Desde criança brincava de comissária de bordo com
meu primo mais novo. Morava em uma casa em Niterói, que estava sempre em obras
intermináveis, como toda família pobre faz. Tínhamos um enorme quintal e
gostávamos de brincar com uma escada de madeira bem alta, que ficava encostada.
Deitávamos a escada o chão e o espaço entre os degraus eram os assentos dos
passageiros. Eu era a aeromoça e passava servindo os quitutes nos pratos de
plástico que eram meus brinquedos de criança. Meu primo Dudu era o piloto do
avião das inúmeras aventuras que diariamente retratávamos em nossas histórias
infantis.
Os anos se passaram e com a separação dos meus
pais fui morar no Rio de Janeiro, na Tijuca. Passei para a faculdade de
Psicologia, na UFRJ, que tinha horário integral por 5 anos, mas como as aulas começariam
no segundo semestre, decidi trabalhar. Comecei como atendente numa clínica
odontológica de um hospital da Tijuca.
Certo dia, uma amiga de Niterói me ligou pedindo
para ajudá-la pois precisava fazer uma entrevista de emprego no Rio e não tinha
sequer ideia de onde seria. Para ajudá-la saí da faculdade mais cedo, a
encontrei na saída das barcas, na Praça XV e fomos para a Avenida Calógeras. Lá
chegando a atendente pediu que ela preenchesse uma ficha imensa de cadastro,
que levaria ao menos uma hora.
A secretária nos entregou as fichas, eu disse
que não queria, era somente para a Lili, e ela me perguntou se eu sabia inglês.
Disse que sim, pois estava no último período do curso avançado de inglês. Ela
insistiu que eu preenchesse a ficha, já que iria aguardar mesmo a minha amiga e
assim o fiz. Resumo da história, eu passei no processo seletivo para comissária
de bordo da Transbrasil, minha amiga não, e acabei perdendo a amiga.
Minhas aulas na faculdade foram adiadas por uma
imensa greve, e o curso de Comissária seria em Brasília, onde ficaríamos por
seis meses. Era bem puxado, uma turma imensa, pois há muitos anos não entravam
novos comissários para o quadro da empresa. Ficamos amigos, unidos, hotelados,
os meninos embaixo e as meninas no andar de cima. Aulas todos os dias, de
postura, andamento, etiqueta, meteorologia, primeiros socorros, emergência e
por aí vai...
Eu tinha 19 anos, era a mais nova de toda a minha
turma, e tudo era muito diferente para mim. Um novo mundo se abria. Aprendi
muito ali, entre aulas teóricas e práticas e ao final do curso, o Sr. Correa,
responsável por toda a turma decidiu que retornaríamos ao RJ para acabarmos o
curso e realizarmos a formatura. A etapa mais difícil para mim foi a
marinharia, pois não sabia nadar. Mas corajosamente, me joguei de colete salva
vidas, como todos os participantes e aprendi a utilizar todos os equipamentos
de forma a salvar minha vida e a dos demais.
Minha mãe me deu total
apoio pois achava linda a profissão. Eu e minha saímos para as compras antes de
eu ir para Brasília. Naquela época, diferente de hoje, a Transbrasil contratava
os aprovados em seleção, como comissários alunos, pagavam todo o curso é só aí,
quando nos formávamos, é que passávamos a ganhar como comissários.
Durante o curso, era
preciso vestir saia ou vestido e usar meia e salto o alto o tempo todo.
Precisávamos estar maquiadas e de cabelo preso todos os dias. Então, antes de
Brasília, eu e minha mãe fomos às compras, pois até então, eu era uma estudante
de psicologia e não frequentava a faculdade de saia abaixo do joelho ou
vestidos sociais, afinal, só tinha 19 anos.
Meus pais eram separados e meu pai acabou sabendo muito
tempo depois.
Meu padrasto foi um grande incentivador e foi quem me
buscou no meu primeiro voo. Mas antes de sair, minha mãe foi a primeira a me
ver vestida de uniforme.
Depois da formatura, comecei a voar sobre a
instrução da Elisabeth, uma excelente comissária, que além de belíssima era
querida por todos, mas muito exigente. Entrei no avião nervosíssima, como todo
iniciante em alguma profissão, com destino a Fortaleza. Ela me pediu para
fazermos a inspeção dos equipamentos de segurança e assim preenchemos o check
list.
Chegou a hora de fazer a apresentação dos equipamentos de emergência e
havia decorado tudo detalhadamente para ser bem avaliada pela minha instrutora.
Então, ao terminar perguntei minha nota e a Beth me deu zero! Como assim?
Perguntei, assustada. Ela me respondeu, você tirou zero porque não olhou para
os passageiros. Essa foi minha segunda grande lição na Transbrasil. Eu era
muito tímida, como comissária precisava me comunicar e assumir a liderança. Ali
aprendi a me comunicar em público, lição que me ajudou em toda a carreira
profissional.

Passei bastante tempo em instrução, pois ainda
por cima o serviço de bordo era feito com a mão direita, sendo que eu sou
canhota, o que dificultou ainda mais minha adaptação, até que me habituei e a
Beth decidiu que estava ‘solo’, podia voar sozinha.


Como já tinha retornado a faculdade, aproveitava
meus pernoites para descansar, estudar, fazer meus trabalhos de faculdade.
Tirava férias nos períodos das provas e aprendia constantemente a trabalhar em
equipe e liderar.
Terrível eram as aulas de Etiqueta, Postura e Andamento que
tínhamos com a professora Pina. As aulas dela eram praticas. Tínhamos que
caminhar, sentar, levantar. E a professora ficava com um bastãozinho, tipo uma
bengala, e ela vinha caminhando atrás de nós, e batendo onde estávamos errando.
Por exemplo, “Esta mexendo muito o ante-braço” e metia a bengala no ante-braço.
Está mexendo muito o ombro, está rebolando.
Enfim lá vinha a bengalada ....
Aprendemos a andar direito, com elegância, como se tivesse um cabide nos suspendendo.
Ela ensinava tudo. A caminhar, levantar, sentar, todas as posturas com
elegância. Lembro que tínhamos um colega que era surfista, esse era sua vítima
preferida. Imagina transformar um surfista numa pessoa com total elegância. Ele
foi o campeão das bengaladas, mas conseguiu.
A vida de comissária não tinha rotina, gostava de
conversar com as pessoas e ajudá-las no que era possível. Tornei-me uma
comissária exemplar e mais ou menos um ano depois fui chamada para ser
instrutora, pois tinha caixas de cartas de elogio. Aos 21 anos fazia voos internacionais.
Aos 23 já era chefe de equipe.
Voei ao todo seis anos e meio e saí após me
formar em Psicologia e ter uma proposta de trabalho na minha área, no Centro de
Lançamento de Alcântara, na Aeronáutica, no Maranhão, onde fui morar. O amor
pelos aviões é eterno até hoje, me sinto livre no ar, como se tivesse asas para
fluir por aí.

Na aviação aprendi a ter asas, a entender a
importância de procedimentos, como lidar com situações emergenciais, como
combater incêndios e fazer os primeiros socorros, a me comunicar, a me portar
em toda e qualquer ocasião, a trabalhar em equipe e a liderar, dentre outras
coisas, que são até hoje extremamente úteis na minha vida e que pude repassar
para os meus dois filhos.
Lembro que quando eles eram crianças eu os alimentava
brincando de aviãozinho e fazendo a demonstração de máscaras de oxigênio, uma
brincadeira nossa que matava minhas saudades do tempo de comissária. Foram bons
e saudosos tempos!
Eu tinha e ainda tenho
um fascínio por aviões, então nunca enjoei nem tive medo de turbulências, e
olha que já peguei umas bem boas. Lembro de uma cena engraçada, onde pegamos
uma turbulência grande e começou tudo a voar pelos ares, literalmente. Eu
estava recolhendo xícaras de café, e copos, naquela época, usávamos o trolley
ou a bandeira. Eu vinha com a bandeira na mão, no 767. No meio da turbulência,
começou a voar tudo da minha mão.
Aí não conseguia mais andar e umas senhoras
que estavam sentadas me disseram: senta minha filha, e como o voo estava lotado
o jeito foi sentar no chão, de cócoras e pôr a bandeira ao lado. A cena era
inusitada e fiquei nervosa pela cena, comecei a rir. Quando fico nervosa
costumo ter essa reação, aí quando acabou tudo as senhoras me disseram que eu
era ótima e que elas tinham ficado calmas porque me viam sorrindo é muito
tranquila. Ganhei uma bela carta de elogio e mal sabiam elas o quanto eu ria de
nervoso.
Mas, nem tudo são
flores, aturar bêbados não era mole. Tinha gente que queria a garrafa de whisky
inteira e não podíamos dar, aí já sabíamos que era melhor deixar logo dois
copos de dose dupla do que não conseguir mais servir ninguém. E assim íamos nos
adaptando ao longo dos dias e da experiência.
Aquela época havia um
romantismo na vida de comissária, apesar de solitária, pois voávamos muito e
pouco parávamos em casa. Não havia Natal, Réveillon, aniversários de
familiares, mas o aniversário do tripulante era sagrado, folga compulsória.
Apesar de tudo era muito difícil passar o Natal ou Réveillon fora de casa.
Tínhamos, como em toda profissão, amigos e colegas de trabalho. Quando voávamos
com amigos o tempo voava, quando não, era cansativo. Ali aprendi o quanto
trabalhar em equipe é produtivo. E mais, o quanto o resultado é muito melhor!
As cartas de elogio eram certas quando estávamos em time!
Naquela época as
passagens aéreas eram bem caras e muito comum encontrar personalidades famosas
nos voos.
Um dia, fazendo uma ponte para São Paulo, quando fui checar a cabine
antes do pouso, uma menina me chamou e pediu para pegar um autógrafo para ela
com a Xuxa, eu disse que não tinha Xuxa no voo. Outras crianças a ouviram falar
e insistiram comigo. Tão logo pousamos uma mulher muito magra se levantou e foi
ao toalete. Quando saiu maquiada, de xuxinha, e calça rasgada, reconheci a
Xuxa, fui até ela é pedi os autógrafos. Ela estava no início da carreira e ao
desembarcar o aeroporto estava cheio de repórteres para entrevistá-la.
Naquela época era muito
gostoso também outra coisa, as empresas podiam levar as crianças na cabine para
ver como era, conversar com o comandante e piloto. Elas adoravam. E nós
comissárias também. Era muito gostoso e gratificante ver a alegria das
crianças. Haviam comandante que não gostavam. Mas nós comissárias adorávamos
esse contato.
Em outra
data voando para Orlando, na primeira classe estava o Pelé. Ali pude ver uma
personalidade famosa fazer jus ao seu nome, pois os fãs iam o tempo todo até
ele. Foi impressionante ver o quanto tratava bem as pessoas, pois ele não
dormiu o voo todo e tivemos que organizar a fila, para não alterar o equilíbrio
da aeronave. Ninguém queria sair do lado dele.
As histórias são
inúmeras, mas apesar disso, trabalhávamos muito e naquela época havia gente
simples, que com dificuldades compravam as passagens aéreas em 24 meses.
Normalmente nas férias, os voos lotavam e era um sufoco a quantidade de
trabalho e a correria, pois o serviço de bordo era extenso, com almoços,
jantares, lanches e cafés da manhã.
Dependendo do voo, só
parávamos no pouso e na decolagem. Um determinado dia, após recolher a bandeja
de almoço, uma senhora me chamou perguntando aonde ficava o lixo do avião. Não
entendi a pergunta é quis saber o porquê, mas ela não falava, daí respondi que
haviam vários lixos, o do banheiro, o da Galley, o do porão, enfim, e ela me
perguntou sobre para onde ia o lixo das bandejas, perguntei o que ela havia
perdido, e ela muito envergonhada me disse que tinha esquecido a dentadura na
bandeja, pois tinha tirado para comer. Procurei todas as bandejas e encontrei
seu objeto perdido. Ela ficou radiante e feliz, parecia uma criança ao ganhar
um presente ao receber de volta seus dentes.

Houveram as situações cômicas, eu estava voltando
direto sem parar e em véspera de férias muita cansada, meu último voo pousou
tarde da noite em Porto Alegre. Fomos todos para o Hotel dormir, porque já estaríamos
voando no primeiro voo da manhã. Pela manhã, ainda muito escuro, acordei e
procedi com os procedimentos matutinos habituais, me arrumei, maquiagem, cabelo
preso e com gel, as roupas de comissária, etc. Enquanto isso, havia solicitado
meu café no quarto. Chegou garçom, que era um senhor antigo do Hotel, um fofo. Ao
me entregar o café da manhã me recebeu dando “Boa Noite”.

Achei estranho, pois
esperava dele um “Bom Dia”. Então, sentei tomei meu café. Terminando o café desci
para fazer o checkout. Ao chegar na recepção não havia ninguém, o hotel estava
às escuras. Olhei para a rua e percebi que estava ainda muito escuro. Pensei:
“o que está acontecendo?” Foi quando eu olhei para o relógio e percebi que
ainda eram duas horas da manhã. Não sei o que aconteceu. Quando eu acordei devo
ter olhado meu relógio de pulso virado. Na minha cabeça deveriam ser sete horas
da manhã. E agora? Fazer o que? Sim voltar a dormir! Mas como? Vestida e
arrumada de comissária? Sim, vestida e arrumada de comissária! Enfim eu entendi
o “Boa Noite” do garçom !!!!!
Naquela época era permitido as poltronas de trás
as pessoas fumarem. E não havia complicações entre os passageiros. Porém nós
tripulação tínhamos muita preocupação com o “Risco” de algum acidente a bordo,
em razão do cigarro. Houve um famoso caso com o meu amigo Comissário Evandro.
que tinha o apelido de “Jarrão”. Houve um passageiro que dormiu e deixou o
cigarro no cinzeiro que ficava no braço da poltrona. O cigarro acabou caindo e
iniciou um incêndio. O piso da aeronave era carpete, tudo inflamável.
E começou
a pegar fogo. O Jarrão ia passando com o serviço de bordo e percebeu o fogo.
Nisso ele jogou uma jarra de suco de laranja no fogo e no passageiro, bem como
começou a jogar tudo que tinha de liquido, água, refrigerante, balde de gelo. E
apagou corretamente o incêndio. Porque os comissários recebem treinamento para
essas situações. Temos que agir rápido. Muito rápido. E ainda deu uma bronca no
passageiro. Imagina o susto que o passageiro levou! E foi assim que o Evandro
ganhou o apelido de Jarrão e salvou a vida de todos os passageiros daquele voo.
Outra cena inusitada, foi minha grande amiga e colega
comissária Magda, estávamos intercalando sequência de voos para uma determinada
cidade. Eu estaria no penúltimo voo da noite e no primeiro da manha seguinte. A
Magda no último da noite. No encontramos casualmente antes do meu voo decolar,
e ela me disse que quando chegasse no nosso hotel me chamaria para descer no
bar do hotel. Eu lhe disse que não porque seria muito tarde e que meu voo seria
o primeiro.
Acordei com o telefone tocando, como sabia que era ela, não atendi.
Minutos depois ela estava batendo na porta. Também não atendi. Então parou.
Ufa. Ela desistiu. Voltei a dormir. Acordei assustada, com alguém gritando meu
nome nos jardins do hotel, não acreditei. A doida da Magda ia acordar o Hotel
inteiro se eu não descesse. Não teve jeito. Desci, E ficamos todos até o sol
nascer conversado e dando gargalhadas no bar do hotel.
A Transbrasil era uma
empresa excelente, gostávamos de trabalhar nela. Era uma honra vestir o
uniforme para voar, mas sempre me perguntava porque estava ali, pois estudava
psicologia e queria seguir a minha carreira. Quando me formei ainda voei mais
um ano. Foi quando uma amiga que tinha seu esposo que trabalhava Centro de
Lançamento de Alcântara, no Maranhão.
Me informou que precisavam de uma psicóloga
para trabalhar no, para implantar o RH. Não hesitei arregacei as mangas e fui
atrás da vaga. Uma das etapas do Processo era com um comandante ele me
perguntou porque eu queria largar a vida de comissário que ganhava muito mais
para trabalhar aqui. Eu lhe respondi: “Todo mundo tem direito a um ato de
loucura na Vida!” Então ele me respondeu: “Você está contratada”.
Minha mãe ficou
apavorada com isso, porque ela não queria que eu largasse a aviação e muito
menos que eu fosse morar no Maranhão que era muito longe de São Paulo. Ela me
perguntou qual era o nome do comandante chegou a telefonar para ele escondida
de mim. Casualmente minha mãe trabalhou na Aeronáutica e havia o conhecido.
Ele
então começou a me enrolar minha contração. Então depois de quase um mês eu
telefonei para esse comandante e informei a ele que estava pedindo demissão da
Transbrasil, que já havia alugando apartamento em São Luís e que no dia 01
estaria me apresentando em Alcântara. Então não teve jeito. Eu não sonhava que
minha mãe havia feito isso. Cheguei em casa feliz da vida e contei para minha
mãe que já estava tudo certo e estava indo para Maranhão. Foi então que minha
mãe me contou do telefonema.
Então pedi demissão na
Transbrasil para ganhar um quinto do que recebia como Comissária e ainda tinha
que sair da casa dos meus pais, pagar aluguel e todas as minhas contas. E lá
fui eu, ousada e confiante. Chegando lá, fui apresentada ao meu chefe Imediato,
que creiam, era um piloto de caça. Imediatamente ao saber que eu tinha sido Comissária,
já ficamos amigos, e ao saber que amava aviões, todos os que chegavam lá eu era
convidada a voar. Assim, a aviação continuou no meu sangue, pois voei em vários
aviões camuflados ou não.
Sempre me perguntei
para que isso tudo me serviria e me surpreendi quando em 2009 através de um
anúncio de jornal, participei da seleção de uma empresa de navegação e apesar
de não saber nada da área de navegação, fui aprovada para a gerencia de RH de
marítimos, em meio a 150 currículos enviados. Após ser entrevistada por duas
pessoas, um deles, ao me levar a porta, disse que não sabia como, mas eu tinha
me saído muito bem. Aí tudo passou a fazer sentido, pois acredito que na vida
nada é por acaso, e foi fácil responder as quatro páginas de perguntas, pois
havia sido tripulante um dia, e o princípio era o mesmo.
Fui treinada e
preparada por meu diretor, com quem muito aprendi, um executivo, que muito me
testou e avaliou. É só tenho a dizer que hoje sou uma executiva de RH da
empresa, já que meu cargo se equipara em responsabilidade ao de VP head Acount
da empresa, por ter um dia também aprendido etiqueta, postura, andamento, além
de desenvolver desde os 19 anos, liderança, capacidade de trabalhar em equipe, segurança,
sobrevivência na terra e no mar, combate ao incêndio e tudo o mais que se
aplica também a vida marítima. Sou grata a vida pela oportunidade de realizar
um sonho e acredito que todos devem lutar por seus sonhos pois para onde for
que a vida nos leve, teremos bons e maus ventos, só precisamos saber passar por
eles. E a Comissária Pollyanna aprendeu essa inesquecível lição bem
jovenzinha.

Foi através dos
Marítimos que fui agraciada pela Marinha do Brasil pela Medalha de Honra ao
Mérito Tamandaré, que é a maior medalha da Marinha em tempo de paz. Ganhei por
ter sido professora da Femar e Abertura do Convênio do Clube Naval, junto com
todos os Almirantes da Marinha. O Curso foi muito importante e elogiado na
época por todos os participantes. O Convênio até hoje existe com o Clube Naval.

. AGRADECIMENTO DA ADRIANA .
. M E N S A G E N S .
Mãe, estou há vários dias pensando em como descrever o que você representa
para mim em palavras. Você, a pessoa que me viu crescer, que acompanhou meus
passos e que fez tantas escolhas para despertar o que existia de melhor para
minha vida. Você, que me ensinou com seu exemplo, o valor do trabalho, do amor
e da verdade, que me ensinou a persistir em meus sonhos e a nunca desistir de
meus objetivos, da mesma forma que você nunca desistiu dos seus.
Eu poderia agradecer por cada palavra,
cada abraço e por cada lição que me ensina a cada dia, mas queria, acima de
tudo, que você pudesse ter a maior recompensa da vida, por tudo aquilo que faz
e fez por cada pessoa que esteve nela, a felicidade. E você sabe, que o que depender
de mim eu estarei sempre aqui para fazer o melhor para você. Te amo demais.
Mariana Costa
19 anos, 4 meses e 3 dias. Esses foram todos os dias que você se
preocupou comigo desde que nasci, até esse momento em que escrevo. Mãe, eu não
tenho como medir em palavras o amor e o carinho que tenho por você, muito menos
a gratidão por tudo que já fez comigo e pra mim. Eu te amo, mãezinha. São
poucas palavras, mas eu nunca fui bom escrevendo, porém eu sinto que você vai
entender muito bem o que eu quero dizer. Eu te amo, mãezinha.
Carlos Eduardo Moreira
O que falar de uma pessoa tão única e tão
especial? Sim, esta é Adriana...uma pessoa pra lá de única e especial. Adriana
é minha melhor amiga. Amiga, irmã e conselheira. Ela é tudo isso!
Nos conhecemos há vários anos, eu como
aluno de um curso ministrado por ela, e ela a professora, super competente e
segura daquilo que falava, porém muito reservada. E coube ao destino nos
aproximar como grandes amigos a partir de uma distante relação
professora-aluno. E o que parecia improvável, se tornou uma gigante amizade da
qual sou muitíssimo orgulhoso.
O que eu antes chamava de destino, hoje
vejo que nada mais é do que um lindo encontro de almas que já acontece desde
vidas passadas. E peço a Deus que continue sendo assim pelas vidas que hão de
vir. Amiga minha, te amo demais e desejo a você tudo de melhor que a vida possa
te trazer. Que Deus te abençoe muito para que você seja sempre essa maravilhosa
pessoa que você é. Te adoro demais!!!!!!!!!!!!!
Marcelo Aguiar
Amo Adriana e ela sabe disso,
naquilo que a palavra traz de mais sublime. Nessa época, morando em São Luís e
grávida de Mariana, sua primogênita. Sempre me encantou se jeito doce, o
sorriso bonito, mas também a maneira serena e
corajosa em tomar decisões quanto à própria vida. Atualmente, ela morando no
Rio, e eu no Maranhão, fisicamente estamos distantes, sendo "face" o
nosso ponto de encontro. O fato dela ter sido aeromoça e estado muito tempo nas
nuvens, fez com que ela se tornar-se essa pessoa "Alto ssyrsl" que of
amigos admiram. Com ternura, e por fim a Adriana é uma Pessoa "Alto
Astral"
Moab José
Nossa
amizade é bem antiga. Porém, não trabalhei com ela na época que ela foi
comissária. Quando a conheci ela atuava como Psicóloga.Uma amizade de
mais de 20 anos com certeza tem muitas histórias para contar. Ficando até
difícil de resumir. Adriana é o exemplo Vivo de como ser uma excelente
profissional e mãe. Não esmorece diante das dificuldades e as definem como
desafios. Por onde passa deixa seus ensinamentos teóricos e práticos. Muitas
pessoas tem como seus ídolos pessoas famosas. Eu a tenho como ídolo de
perseverança, honestidade, guerreira, mãe e profissional. Diante de todas as fases que vivemos juntas, posso dizer que
ela é uma fênix.
Kassandra Chaves
Adriana a primeira coisa que eu senti quando lhe conheci, foi admiração.
Uma
mulher forte e ao mesmo tempo frágil, precisando de colo e com toda
força para lutar pelos filhos e por ela no sentido de se harmonizar,
entender e abraçar novos ensinamentos.
Depois veio a
amizade, carinho, amor fraternal. Uma vontade de consertar seu coração
com o menor sofrimento possível, pois o que eu acompanhei , fiquei lá
nos meus guardados com muito medo por você. E com a graça Maior foi o
que aconteceu.
No mais amiga vejo em você uma
guerreira forte, determinada, muito inteligente, doce, solidária,
disposta a nos socorrer no primeiro ai.
E isso irmã querida eu fico orgulhosa, feliz por poder ser sua amiga, fazer parte da sua caminhada.
Te desejo muitas felicidades, saúde e força sempre.
Um grande beijo da sua amiga que te ama.
Cláudia Cunha
Boas
festas e um ano de renovadas realizações
Abraço
fraterno
Cícero Santos
Conheci
a Adriana por intermédio da minha filha Ana que estudava na faculdade da
Mariana, filha da Adriana. E assim fiquei sabendo que ela estava estruturando
um escritório no Rio de Janeiro e precisava de uma pessoa para fazer a
zeladoria dele.
A
Adriana é uma pessoa iluminada por Deus e protegida pelos Anjos. Aprendi a
respeitar e gostar dela com muito carinho. Uma pessoa super dedicada, super
mãe, super profissional e respeitada por todos.
Hoje
tenho uma amizade com a Adriana de quase quatro anos, mas parece que nos
conhecemos há muito mais tempo. Espero ter ela como amiga até a eternidade se
assim ela me permitir.
Aprendi
muitas coisas com ela. Amo seu jeito seu de lidar com a vida, apesar das
restrições que ela tem na vida, sempre sorrindo e distribuindo amor e carinho
por onde passar.
Ester Dantas
Quando
conheci a Poliana, logo me encantei por seu sorriso e sua postura profissional.
Ela era chefe de equipe e eu auxilia. Ou seja, durante nossos voos ela
era minha chefe. E vou falar que chefe!!! Seus voos saim redondos,
perfeitos. Poliana era uma profissional Justa, alegre, amiga. Depois de poucos
voos nos tornamos amigas e a Poliana deu lugar a Adriana, pelo menos na nossa
vida fora do trabalho. Dai foram muitas conversas, risadas, choros,
confidencias, conselhos enfim pude conhecer essa batalhadora,
guerreira essa mulher, amiga um dos seres humanos mais incríveis que já
conheci. Infelizmente com o fim da companhia aérea a vida nos separou
e hoje moramos em cidades diferentes, mas nada me fez nem fará me esquecer
da minha amiga Adriana. Nem o tempo, nem a distância irão abalar nem por
um segundo o respeito e amor que tenho por ela. Ela sempre me trouxe segurança e
amor, um amor que sai da alma, sem explicação.
Ela
é maravilhosa
Estou
louca para ver o resultado final.
Te
amo amiga!!!!!❤❤❤❤
Simplesmente Magda
O mundo da trezentas voltas em alguma dessas curvas eu tive o prazer de conhecer a Adriana.
Foi assim que no curso alguma curva me tornei sua aluna, em outra curva fui sua parceira de profissão e nesta ela é minha a gestora. Quanta honra!
Sabe aquela máxima de cabeça pensante e corpo operante, pois é, funciona mais ou menos assim.
Aproveito esta oportunidade para agradecer todo o apoio e ensinamento ao longo dos anos.
Sabes que pode sempre contar comigo.
Um beijo enorme e que Deus a abençoe!
Patricia Bento Elias
A Adriana tem uma importância muito significativa na minha vida. Aprendi e aprendo muito com ela sobre profissionalismo, ética, organização e planejamento. Além disso, ela já me ajudou a refletir sobre minha própria personalidade, o que contribuiu para que eu impulsionasse alguns dos meus processos de mudança. Agradeço muito pela convivência, pelas viagens, pelos momentos de brincadeiras e por me receber tão bem em sua casa e em sua vida por um bom período de tempo. Ela foi uma das poucas a me entender várias vezes, principalmente no se refere às "aleatoriedades capricornianas" kkk. Torço pra que essa convivência sempre exista e espero que ela saiba que tenho um carinho e respeito muito forte por ela. E claro, muita admiração, pela pessoa que ela é, pela força que tem pra passar por tudo que passa (e que já passou) e por fazer tudo isso sem deixar de ser maravilhosa e "chyke" haha. Pq ôh mulher pra ser chique, gente, fico impressionado hahaha.
William Corrêa
Trabalhei com ela na Transbrasil. Adriana é
daquelas para se levar pela vida inteira. Alguém que se quer ter por perto. A
vida leva as pessoas por caminhos diferentes, mas algumas ficam guardadas para
sempre!
Sylvia Duprat
Olá boa tarde! Sou amiga da Adriana há poucos anos. Ela é uma pessoa pessoa maravilhosa, lutadora. generosa e muito amiga, Excelente profissional, além de uma grande mãe!
Angela Dutra
Existem
anjos que caminham entre nós disfarçados de amigos. E um desse anjos é a
Adriana. Nos conhecemos a alguns anos atrás em Paranaguá , pode se dizer um
reencontro de almas como já se conhecêssemos de muitas e muitas vidas. Minha
admiração por ela e imensa, uma pessoa amiga, uma pessoa que não se deixa
abater, sempre encontra um ponto de equilíbrio e tirar forças lá do fundo para
contornar as situações e vencer. Podia passar horas escrevendo as qualidades da
Adri e contando todas as coisas boas que já passamos juntos. Lembro me de uma
situação super engraçada que Adri riu muito, ela veio dar um Curso numa cidade
próxima e eu e meu companheiro combinamos de ir busca-lá para passar um dia
conosco antes de retornar ao Rio. Neste dia foi bem corrido e meu companheiro
estacionou o carro perto do seu trabalho e acabou que roubaram o vidro do
retrovisor e somente vimos o ocorrido no final da tarde e ficamos muito
preocupados por chovia muito naquele dia e não tinha condição de viajar sem o
retrovisor e aqui em Curitiba as lojas de peças de carro encerram expediente as 18
horas e não conseguimos trocar a peça nesse meio tempo tive uma ideia não muito
boa mas a era o que seria viável naquele momento. O que fizemos, fomos num
shopping próximo e compramos um espelho oval tiramos da molduras e adaptamos ao
retrovisor colamos com durex e viajamos assim, quando chegamos no hotel em que
Adriana estava ela viu aquilo e começou a rir como e que podíamos teria viajado
daquela forma, que nos éramos loucos. Isso só mostra que a amizade tem dessas
loucuras. Amigo é para todas as horas e sei que sempre pude contar com a Adri,
nunca me deixou na mão, mesmo com o tempo dela sendo curto e bem corrido sempre
tirou uns minutos do seu tempo para me ouvir, para me ajudar por isso que o
meu amor por ela e incondicional, posso dizer que e minha irmã mais experiente, mais linda, mais amada do mundo
Wellington Chaves
Adriana
Menina
mulher. Discreta, dona de uma personalidade acolhedora. Dessas que poucas
existem no mundo, tão acostumado a censurar. A Adri escuta e melhor não julga. Apresenta
uma palavra de conforto dessas que te fazem ter otimismo de que tudo vai dar
certo. Estudiosa, reflexiva, porém sempre procura palavras conciliadoras, mesmo
quando diverge. Enfim a Adri é dessas pessoas que entram na sua vida como um
grande presente e que queremos estar sempre juntos. Te amamos e amamos estar
com vc nas nossas vidas.
Wander El-Aowar e Ana Paula Callado
Linda trajetória de vida. PARABÉNS!!!!!
Muito legal a trajetória dela! Todos os ensinamentos que a vida nos dá, em algum momento, nos servem. Parabéns!
Muito bonita sua história de vida. Parabéns para a aeromoça que você foi e pelo ser humano que és.
Superior, curti a história .. Parabéns
História linda ! Gostei da dentadura no lixo que ela procurou e devolveu......
Valdilene Costa
Quando vamos atrás de nossos sonhos eles acontecem. Essa história mostra isso.
Linda história. Era outra aviação !!!
Marisa Lucchiari Nunes
Showwww!! Que história linda!! Parabéns Adriana!!
🌷
🌷
Linda, bela e merecida surpresa. Vc é muitíssimo especial e merece este presente. Meus parabéns
por ser essa pessoa tão maravilhosa que vc é e por ter construído um
caminho tão cheio de lindas experiências. Bjo enorme no seu coração!!!
Muito linda sua história.
Realmente
vc realizou seus sonhos de infância.Pena que deixou uma das carreiras
mais linda para traz.Sobrinha querida, Ser Psicologia é mais importante
na sua vida, vá em frente com mesma garra que foi comissária
Pollyana.Bjs
Tia,
foi um tempo ótimo. Amei o que fiz e o que faço. Nasci para ser
psicóloga, me encontro nisso e sou feliz. Criei meus filhos, organizei a
vida, e aprendi muito com a Pollyanna. A Adriana tem sua missão por
aqui, RS. E ainda há muito o que fazer. Considero
que minha carreira segue bem seu propósito, com as bençãos de Deus. E
sou muito grata por tudo e todos que passaram em minha vida. Obrigada
por estar nela. Bj grande.
Essa é a nossa Poliana..... amiga de todas as horas. Parabéns! Orgulho de ter voce como amiga.
Muitas palmas pra essa grande mulher!!!
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Que lindo! Parabéns Adriana linda história!
Parabéns Adriana, viajei no tempo com sua história!
Minha
querida professora, linda história lí até o final e ainda os
comentários Desejo tudo de bom e muito mais sucesso pra você e sua
família, espero em breve reencontrá-la. Abraços.
Obrigada querida. Bjs e espero que ela te inspire.
Com certeza, estou terminando semestre que vem o curso de Gestão em Recursos Humanos.
Que história linda!!! Amei!!! Parabéns, uma lição de vida!!!
Quando voltar a Salvador, venha nos visitar. Bjs!
Adorei Dri! Boas recordações!!!
Uma história de coragem e sucesso! Parabéns, Adriana!
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Que legal saber essa história!!! Nao sabia esse lado!! Sempre adimirei muito, mais um pouco agora
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Minha querida Psicologa preferida, parabéns
por essa história tão bonita e incentivadora. Nunca soube destes
momentos da sua vida, anteriores ao tempo em que convivemos na
Casa&Video. Se já te admirava, agora admiro mais ainda, muito mais e
tenho muito orgulho de ter trabalhado contigo e me tornado seu amigo.
Muitas saudades de voce. Um super 2018 para essa mulher estupenda e
especial, Beijos
Linda
Amei
conhecer um pouco mais da sua história, principalmente o pós
Transbrasil, já q ficamos tanto tempo sem nós encontrarmos. Merecida
homenagem a quem sempre tratou a tds com muito carinho e
educação...Bjs!
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Amei a sua história muito linda,você é uma guerreira, nunca desistiu dos seus sonhos, Parabéns!
Amiga vc merece muito mais!!!!!!
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Adri
querida, trajetória linda e Parabéns pelo reconhecimento vc é uma
excelente profissional e uma guerreira. Sempre meu carinho e admiração
😍
😘
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Lindíssima sua história. Que sua missão ainda possa continuar por onde passar. Bjss
Que mundo pequeno rsrs.
Muito
legal Dri, Além de talentosa na avião, talento sobrando como RH, linda,
paciente, persistente, guerreira entre muitas outras qualidades. Um bj
grande, muita saudades. Pega um voo e vem me ver em Orlando.
Que
bacana "Pollyana" adorei seus relatos com muitos detalhes do curso TBA,
nao lembtrava que ficavamos em andares separados no Hotel de BSB,
lembrando dos nossos instrutores inclusive de etiquetas. Adorei a
estoria do "surfista kkk", faltou mencionar o Arnaldo Impelizieri, que andava bem estranho tambem e a professora pegou bem no Pe dele....
Kkkk. Pois é, eu tomei muita bengalada da Pina pq mexia muito o antebraço. Kkk; E
lembro que uma galera tinha ido pra night no dia anterior acho que a
primeira aula e estava todo mundo caindo de sono. Rs. Só piorava..
Kkkkkkk
Lindaaaa
Que bela história! Parabéns Adriana.
Parabéns muito legal
Parabéns
Adriana!!!adorei saber mais de você! E lendo sua trajetória pude
reviver toda nossa história... nossos momentos em BSB e saudosa
TBA...bate uma saudade não é? Bjss
Très orgulhosa de vc minha querida!!!
Que lindo, querida
Bom dia!! Muito linda história..... Abraço.
Cmte Paulo Henrique Soares
Linda história!
Linda
história, as vezes temos que ter este momento de loucura uma vez na vida,
gostei da frase !!! Parabéns a guerreira Souza!
Sebastião Souza
Linda história amiga parabéns
Carolina Diana
Janete Castro Amorim
Lucelia Cordeiro
Belíssima história de vida. 👏👏👏
Marilza Ortiz
Amei!
Lü Fontenelle
Quem foi um bom comissário, se sairá muito bem em outras profissões que envolvam relacionamento pessoal, iniciativa, comando e responsabilidade!! Parabéns à essa jovem que soube aproveitar todos os ensinamentos obtidos na Aviação!! 👏🏻👏🏻👏🏻
Helena Bhering Saad
Parabéns Pollyana . Vitoria merecida !
Eliane De Oliveira Costa
Adorei! Parabéns comissária Pollyana 👏🏻👏🏻👏🏻❤️
Sonia Braga
Contou
com detalhes o trabalho de comissário de voo da Transbrasil na década
80. Voei com vc algumas vezes , foi legal, vc saiu na época certa pois a
Cia. Nada acontece por acaso, e
o acaso foi favorável para vc. Parabéns pela sua trajetória. Kauli
Antônio Antunes
ELA É UMA GUERREIRA MERECE TODOS OS ELOGIOS TÁ DE
PARABÉNS
Crimar Cardoso
Bela história Parabéns Comissária Pollyana
Odair Pelegrini Setin
Bravo
parabéns pela história...
Lindíssima história....fascinante!!!!
Francisco MonteiroEu lhe tiro o meu Chapéu
Sônia Costa Bravo
Quando essa necessidade de estar no ar surge em algumas pessoas, é o início de uma realização única: a Paixão por Voar. Tenho certeza que o mesmo foi acontecendo com a Pollyana. Parabéns! Feliz demais com essa história.
Parabéns. É uma trajetória profissional digna de ser narrada e respeitada por todos nós da aviação.
Muito linda a história, graças a Deus não fui OBRIGADA A APRENDER A SERVIR COM A MÃO DIREITA. Sou canhota e também sou ambidestra. Na Varig onde trabalhei por 20 anos NUNCA fui OBRIGADA A ser só destra
Muito bacana essa história! Eu me sinto frustrado em parte na aviação, por não ter abraçado a profissão de piloto. Logo que comecei a voar, descobri o quanto era apaixonado por aviões. Infelizmente, comecei e não continuei o curso de piloto. Era caro demais, para quem precisava ajudar os pais, que eram muito pobres. Faltou tb confiança em mim. Paciência. Fui feliz na profissão que não escolhi e só sinto ter acabado de forma tão abrupta. Aprendi muito e todo esse aprendizado levarei para sempre em minha vida.
Realmente não tinha nada que a deixasse parar... linda história
Linda estória, lindo ser humano.
Linda história, muitos, muitos parabéns para voce!! Realizou seus sonhos, privilégios !!
bonito nome de grande beleza pessoal, parabéns á linda comissária espero que tenha exercido a profissão em nossa saudosa varig a pioneira.
Amei ler e conhecer a linda história da trajetória de vida e sucesso da Comissária Pollyana.
Parabéns
pela sua dedicação, coragem, determinação. Desfrutei cada momento da sua narração. Sucesso sempre para você.
Um abraço
Belíssima e exemplar história. Adorei! Tem livro? Se tiver peço informar. Parabéns a Pollyana!
Linda a história de sua vida! Uma guerreira . Brilhante profissional e como pessoa! Queria ter tido a sua garra quando fiz seleção p entrar no curso de comissárias da Varig. Infelizmente desisti e segui outros caminhos .
Linda história, gostaria que meu neto que é comissário da Azul tomasse como espelho este belo exemplo de vida .Parabéns.
Linda estória, profissão mágica a de comissária de bordo!!!
Adorei conhecer sua trajetória. Fiquei viajando com você.
Parabéns
!
Linda história.
Parabéns
!
Bravo!!!!!
Parabéns
Bravo!
Eram as verdadeiras comissárias
Love
Muito linda sua história. Uma guerreira! Uma vencedora. Com toda certeza, trabalhar naTransbrasil, foi uma honra para todos que trabalharam lá. Dediquei 32 anos de minha Vida , a minha amada Transbrasil. Meu orgulho!
Bravo!
História emocionante Pollyana a aviação é surpreendente em todas as áreas de terra e do ar. Todos que então seja para voar, seja para atender em terra, seja para manutenção, é tudo fascinante e tecnológico constantemente evoluindo.
Parabéns, sua historia Pollyana resume bem as emoções da aviação! Com certeza voei com você servindo e chefiando alguma equipe do belo e eficiente 767 TRB eu voava constantemente de SP para BH , Recife, Brasília, Salvador...e meu respeito pelos comissários era e é sempre porque como passageiro sabemos a importância deste serviço. Hoje voo menos e mantenho o respeito e admiro esse trabalho importante para nosso conforto e segurança. Ainda atuo na área de manutenção de equipamentos para aviação para atualmente Azul, Gol, Latam e outras... felizmente no ramos a 38 anos.
Bom dia
parabéns
poly....Deus abençoe sua vida
Arrasou

Dez
Arrasou
Esta pode viajar eu recomendo
Jair AmarantePollyanna, menina batalhadora, excelente profissional, meiga, linda, amiga.
Parabéns
pelo sucesso.
Gilberto Alves DE MatosLinda Pollyana, um exemplo de "VOCAÇÃO E AMOR INCONDICIONAL" à Aviação . Você é simplesmente "A MELHOR".
Parabéns
grande colega.





⚘

Para nós que elaboramos as matérias é muito prazeroso, cada uma segue um caminho diferente. Todas representam histórias e lições de vida. Nos deixam muito orgulhosos as pessoas compartilharem suas histórias e abrirem as tampas de seus baús de suas vidas. Muitas emoções ocorrem nas publicações, muitas lágrimas com certeza a Adriana não irá conseguir segurar ao ler uma parte de sua história que fizemos com muito carinho e dedicação. Fazer esta matéria com a amiga Adriana foi um enorme prazer. Quando descobri que tinha sido comissária no passado, na hora já tive a ideia. Claro tive a ajuda de algumas pessoas especiais, sua filha Mariana e sua colega atual Patrícia, na hora toparam em unir forças. E claro tivemos a colaboração do meu primo Edison nas fotos. A Adriana é simplesmente tudo isso que já foi dito e falado. Sua trajetória é linda. Do meio das
nuvens de onde nasce o sol a Poliana partiu para o
mar distante e nasceu novamente a Adriana. E muitos anos depois topou contar sua história em
terra firme.E assim, fechou um triângulo, céu, mar e terra. Um Maravilhoso Natal e um Espetacular 2018, Felicidades e Sucesso a você Adriana e toda sua família.
Lucas & Jones Rodrigues
87
. F O R M A Ç Ã O .
Psicologia – FMRJ
Pós Graduação em Clínica – PUC
MBA Gestão de RH – Fundação Getúlio Vargas
Mestrado Psicanálise e Trabalho – Veiga de Almeida
Doutorado em Psicologia Suspenso Provisoriamente
. P R O J E T O .
Muito bom né. Podíamos nos reunir para escrevermos um livro só do curso. Rs
. P U B L I C A Ç Õ E S .
Livro Publicado: Responsabilidade Social Empresarial Ética e
Marketing
Livro Finalizando: Mal Estar no Trabalho Contemporâneo
Comissária
Pollyanna – Prefixo: DZXI ( jamais esquecerei meu código)
. F O T O S .
